Você tem muita dor de cabeça? Descubra aqui com os sintomas qual é o seu problema e procure um médico!
Tensão pré-menstrual (TPM), sinusite, cafeína, apneia do sono e disfunções na articulação temporomandibular (ATM) estão entre as mais de 150 causas de dor de cabeça.
Para explicar a relação dos dentes e do frio com o problema, entre outros motivos, o Bem Estar desta segunda-feira (22) convidou a dentista Daniela Gonçalves e o neurologista Marcelo Calderaro.
Sinusite
Sinusite aguda pode dar dor de cabeça porque o seio da face inflama, acumula secreção e com isso as dores aumentam. O problema costuma estar associado a coriza, congestão nasal e até febre em alguns casos.
Sinusite aguda pode dar dor de cabeça porque o seio da face inflama, acumula secreção e com isso as dores aumentam. O problema costuma estar associado a coriza, congestão nasal e até febre em alguns casos.
O muco é produzido como uma reação de defesa a bactérias ou vírus, e a inflamação acontece para combater a infecção. Ao usar soro fisiológico, a hidratação aumenta, a secreção é drenada e o muco é eliminado. Isso faz com que os sinos desinflamem e a dor passe.
ATM e bruxismo
Dor de cabeça associada a um estalo ao abrir e fechar a boca e/ou ranger de dentes à noite pode ser um problema na articulação temporomandibular (ATM).
Dor de cabeça associada a um estalo ao abrir e fechar a boca e/ou ranger de dentes à noite pode ser um problema na articulação temporomandibular (ATM).
São dois os principais problemas que uma pessoa pode ter nessa parte do corpo. O primeiro deles é muscular: a chamada disfunção temporomandibular muscular, ou apenas DTM muscular. Essa disfunção costuma estar relacionada a um apertamento exagerado da mandíbula, que faz com que os músculos que movimentam a ATM sejam forçados, trabalhem demais e se cansem. Em alguns casos há, ainda, dificuldade para abrir e fechar a boca.
Esse esforço pode causar uma lesão nos músculos da ATM, que provoca dores justamente no final da mandíbula, na junção dos ossos do crânio. O apertamento excessivo da mandíbula está associado ao estresse, a questões emocionais e ao estilo de vida.
Já o bruxismo – ato de ranger ou apertar os dentes uns contra os outros – é outro problema que pode desencadear uma disfunção na articulação da mandíbula. Pode haver desgastes nos dentes, fratura de restaurações dentárias e próteses, e prejuízos ao periodonto (tecido que sustenta os dentes).Há outra forma de DTM, que é articular e pode ser motivada por um apertamento desnecessário da mandíbula, bruxismo (também chamado de briquismo), o hábito de roer as unhas ou doenças das articulações, como a artrite.
O bruxismo também pode causar um som desagradável, e há dois tipos. O mais comum é o do sono, que só aparece quando a pessoa está dormindo. Se o problema se manifesta durante o dia, é chamado de "bruxismo de vigília", e está mais relacionado a alterações neurológicas em crianças.
Estresse
O estresse também pode provocar uma crise de enxaqueca. Esse um conjunto de mudanças no organismo é uma reação normal a determinados estímulos do ambiente e situações da vida. Toda vez que você um fator gera ansiedade e preocupação, pode haver estresse, ou seja, uma resposta adequada do organismo que deixa o indivíduo alerta, acordado e atento.
O estresse também pode provocar uma crise de enxaqueca. Esse um conjunto de mudanças no organismo é uma reação normal a determinados estímulos do ambiente e situações da vida. Toda vez que você um fator gera ansiedade e preocupação, pode haver estresse, ou seja, uma resposta adequada do organismo que deixa o indivíduo alerta, acordado e atento.
O problema ocorre quando uma série de fatores, até hormonais (como a liberação de cortisol e adrenalina), acelera os batimentos cardíacos, dá tremores, insônia e dor de contratura muscular no pescoço.
Cafeína
Quem toma muita cafeína corre o risco de fazer com que o cérebro diminua o controle sobre a dor, o que enfraquece o sistema de proteção do corpo. É o mesmo sistema que faz, por exemplo, com que um jogador de futebol continue jogando bola até o final da partida, justamente porque as endorfinas liberadas neutralizam a dor.
Quem toma muita cafeína corre o risco de fazer com que o cérebro diminua o controle sobre a dor, o que enfraquece o sistema de proteção do corpo. É o mesmo sistema que faz, por exemplo, com que um jogador de futebol continue jogando bola até o final da partida, justamente porque as endorfinas liberadas neutralizam a dor.
Quando a pessoa já tem uma certa pré-disposição a dores de cabeça e enxaqueca, o café pode ser um gatilho para fazer com que esse desconforto surja com mais frequência e intensidade. A dor de cabeça provocada pelo café é persistente, dura pelo menos 15 dias no mês e permanece durante meses. Por isso, a medida de três xícaras por dia não deve ser ultrapassada.
Também há outra modalidade de dor de cabeça por cafeína, que é a de abstinência. Esse problema é muito comum em quem toma café demais durante a semana e dá uma pausa aos sábados e domingos.
Apneia do sono
Dor de cabeça ao despertar ou de madrugada, acompanhada de ronco e/ou sonolência, obesidade e alterações cardiovasculares, pode ser sinal de apneia do sono.
Dor de cabeça ao despertar ou de madrugada, acompanhada de ronco e/ou sonolência, obesidade e alterações cardiovasculares, pode ser sinal de apneia do sono.
Essa dor é causada por microdespertares que a pessoa tem durante a noite: em média, mais de 15 vezes. Essa é uma forma de o cérebro forçar o indivíduo a respirar enquanto dorme. Alguns têm flacidez nos músculos da faringe e, quando deitam, o palato mole ("campainha") vai para trás e obstrui ainda mais o caminho do ar para o pulmão.
===============================================
O que é dor orofacial?
Dores na região da cabeça, na face, pescoço ou boca são amplamente denominadas de dores orofaciais. Dessas, as condições mais comuns na população brasileira são as dores de dente, as dores de cabeça (cefaleias), na articulação temporomandibular, as nevralgias, dores de origem muscular ou acarretadas por câncer nas regiões da cabeça e do pescoço. Independentemente da causa da dor e, até mesmo, da presença de outros sintomas que podem estar associados a ela, o tratamento é multidisciplinar, porém voltado para a área especifica e com várias medidas preventivas.
Apesar de terem sido feitos poucos estudos epidemiológicos que tenham investigado a ocorrência da dor orofacial no Brasil, dados indicam que a prevalência entre norte-americanos é de 22%. As dores na região da cabeça (cefaleias), que ocorreram em algum momento da vida, corresponderam a 70% e cerca de 40% das pessoas apresentaram dores nos dentes nos últimos seis meses.
Sintomas associados à dor
Em geral, as dores são referidas como persistentes, progressivas, latejantes, por vezes acompanhadas de sensação de queimação, como no caso das nevralgias e associadas ao movimento. É comum observar nos casos de DTM, por exemplo, a presença de estalos, mudança na mordida de forma súbita, a limitação ou travamento da movimentação da mandíbula, porque a pessoa refere piora da dor ou incômodo ao mastigar, falar ou simplesmente abrir a boca. A sensação de dor irradiada para cabeça, ouvido, dentes e pescoço também é comum, provocando mudanças de postura, alimentação e outros hábitos, ocorrendo, em casos extremos, isolamento social. Quanto às alterações dos hábitos alimentares, em geral provocadas pelas dores nos dentes, podem levar a quadros de desnutrição.
Tratamento
Devido a sua complexidade, o início do tratamento da dor orofacial exige uma investigação minuciosa da etiologia para que se tenha um diagnóstico preciso e correto, além do preparo e empenho dos profissionais da saúde. Para o diagnóstico tem-se a descrição detalhada dos sintomas, feita pelo paciente e são utilizadas técnicas como a palpação da face, da cabeça e do pescoço para definir os locais de dor, hipersensibilidade e identificar pontos dolorosos.
A ausculta dos ruídos articulares (estalos), a observação de deslocamentos, limitação ou travamento do movimento da ATM e, quando necessários, os exames de imagem e complementares também são ideais para o diagnóstico diferencial. É de acordo com essa análise que o plano terapêutico é traçado, sendo que os tratamentos são multidisciplinares e envolvem conhecimentos da Odontologia, Otorrinolaringologia, Neurologia, Psiquiatria, Psicologia, Fonoaudiologia, Fisioterapia e outras áreas.
Prevenção
Muitas são as medidas preventivas e as orientações que podem ser consideradas quando se trata da dor orofacial, dentre elas:
• Praticar higiene bucal adequada;
• Manter alimentação equilibrada, diminuindo a ingestão de açúcares;
• Abstenção de fumo e bebidas alcoólicas;
• Sempre consultar o dentista;
• Praticar atividade física;
• Evitar situações que causam estresse demasiado;
• Adequar a postura ao dormir, no trabalho, no uso de computadores e aparelhos telefônicos;
• Evitar hábitos como ranger e apertar os dentes, roer unhas, morder objetos duros como canetas e lápis.
creditos: isaudebahia.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados;
E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.
Efésios 5:1,2-----------------LEIA A BÍBLIA
E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.
Efésios 5:1,2-----------------LEIA A BÍBLIA






Nenhum comentário:
Postar um comentário