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terça-feira, 6 de junho de 2017

Suco para recuperar a imunidade


Esta bebida recupera sua imunidade


O que fazer para fortalecer a imunidade de forma natural?
Existem várias alternativas.
Neste post, mostraremos uma ótima.
Vamos falar de um suco poderosíssimo.
Essa bebida é conhecida como  "levanta defunto".
Já ouviu essa expressão, não é?
O nome não é por acaso.
Significa que, se você anda sem energia, sem disposição  ou sentindo moleza no corpo, com certeza terá o problema resolvido depois de consumir esta receita.
Isso acontece porque os ingredientes fortalecem o sistema imunológico.
Além disso, o suco ganhou fama por ser prevenir e auxiliar no tratamento de câncer.
O melhor de tudo é que se trata de uma receita fácil e rápida.
Bastam três minutos para você prepará-la.
O sabor não é maravilhoso.
Mas dá para tomar tranquilo e os efeitos compensam.

Ingredientes

1 kg de beterraba
1 kg de mel puro (o mesmo que 1 litro)
3 laranjas
Meio quilo de cenoura
3 maçãs
1 limão

Modo de preparo

Lave bem todos os ingredientes.
Feito isso, descasque tudo.
A cenoura, a beterraba, o limão e a maçã, se forem orgânicos, podem ter a casca preservada.
Misture todos os ingredientes no liquidificador, inclusive o mel.
Em seguida, coloque o líquido num vidro com tampa e leve para a geladeira.
Consuma todas as manhãs, metade de um copo (100 ml) desse suco, ainda em jejum.
Diabéticos, devido ao mel, não devem consumir esta receita.
creditos: dicadamaria

terça-feira, 30 de maio de 2017

Vitamina D


A vitamina D é um hormônio esteroide lipossolúvel essencial para o corpo humano e sua ausência pode proporcionar uma série de complicações. Afinal, ela controla 270 genes, inclusive células do sistema cardiovascular. A principal fonte de produção da vitamina se dá por meio da exposição solar, pois os raios ultravioletas do tipo B (UVB) são capazes de ativar a síntese desta substância. Alguns alimentos, especialmente peixes gordos, são fontes de vitamina D, mas é o sol o responsável por 80 a 90% da vitamina que o corpo recebe. Ela também pode ser produzida em laboratório e ser administrada na forma de suplemento, quando há a deficiência e para a prevenção e tratamento de uma série de doenças.

A vitamina D é necessária para a manutenção do tecido ósseo, ela também influencia consideravelmente no sistema imunológico, sendo interessante para o tratamento de doenças autoimunes, como a artrite reumatoide e a esclerose múltipla, e no processo de diferenciação celular, a falta deste nutriente favorece 17 tipos de câncer.
Esta substância ainda age na secreção hormonal e em diversas doenças crônicas não transmissíveis, entre elas a síndrome metabólica que tem como um dos componentes o diabetes tipo 2.

O consumo da vitamina D é essencial para as gestantes, a falta dela pode levar a abortos no primeiro trimestre. Já no final da gravidez, a carência do nutriente favorece a pré-eclâmpsia e aumenta as chances da criança ser autista.
A vitamina D foi denominada desta forma em 1922, pois naquela época acreditava-se que ela só poderia ser obtida por intermédio da alimentação. Ela foi batizada de D por ter sido a quarta substância descoberta, depois das vitaminas A, B e C. A partir da década de 1970 os pesquisadores descobriram que a vitamina D poderia ser sintetizada pelo organismo, ou seja, na realidade ela é um hormônio, não uma vitamina.

Benefícios comprovados da vitamina D

Fortalece os ossos: A vitamina D é necessária para a absorção do cálcio pelos ossos. Pessoas com deficiência de vitamina D chegam a aproveitar 30% menos de cálcio proveniente da dieta. O cálcio é responsável por fortalecer ossos e dentes. A deficiência deste nutriente pode causar o raquitismo na infância e a osteoporose na vida adulta. Um exemplo da importância da combinação dessas duas substâncias é que sempre que a recomendação de suplementação de cálcio é recomendada ela é feita juntamente com a vitamina D para atuar na absorção do mineral. 
Uma pesquisa feita pela Universidade de Zurique com 40.000 pessoas com mais de 65 anos observou que a suplementação de vitamina D reduz em 20% o risco de fraturas no quadril e em outras regiões com exceção da coluna vertebral.
Protege o coração: A vitamina D participa do controle das contrações do músculo cardíaco, necessárias para bombear o sangue para o corpo. Além disso, ela permite o relaxamento dos vasos sanguíneo e influencia na produção do principal hormônio regulador da pressão arterial, a renina.
A falta da vitamina D pode levar ao acúmulo de cálcio na artéria, favorecendo o risco de formação de placas. Com todas essas questões, as chances de desenvolver doenças cardiovasculares como insuficiência cardíaca, derrame e infarto são maiores em pessoas com deficiência de vitamina D.
Uma pesquisa feita com 50.000 homens pelo Harvard School of Public Health durante dez anos observou que aqueles que tinham deficiência em vitamina D possuíam duas vezes mais chances de sofrer um ataque cardíaco do que os homens que não tinham a deficiência.

Gravidez segura: A vitamina D é muito importante para as gestantes. No primeiro trimestre a falta dela pode levar a abortos. Em casos de abortos múltiplos no início da gravidez, pode ser que o sistema imunológico da mãe esteja rejeitando a implantação do embrião. Como a vitamina D age no sistema imunológico, ela pode corrigir este problema.
A vitamina D é essencial na gravidez - Foto: Getty Images
A vitamina D é essencial na gravidez
Além disso, no final da gravidez, a ausência da vitamina D pode causar a pré-eclâmpsia, doença na qual a gestante desenvolve a hipertensão. Afinal, esta substância influência na produção da renina, principal hormônio regulador da pressão arterial. A falta de vitamina D também aumenta as chances da criança ser autista, pois ela é importante para o desenvolvimento do cérebro do bebê.
Uma pesquisa publicada no The American Journal of Clinical Nutrition feita com mais de 1000 gestantes, observou que quando a mulher ingere a vitamina D os riscos do bebê desenvolver problemas respiratórios diminuem.
Outro estudo feito pela Universidade da Carolina do Sul, dos Estados Unidos, com 500 gestantes observou que o suplemento de vitamina D previne problemas como diabetes gestacional, parto prematuro e infecções.
Boa para prevenir e controlar o diabetes: O fato da vitamina D influenciar a produção de renina também é interessante para prevenir o diabetes, pois a falta desta substância favorece a doença. Além disso, a produção de insulina pelo pâncreas requer a participação da vitamina D.

Como a diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, a vitamina D torna-se interessante por ser um imunoregulador que inibe seletivamente o tipo de resposta imunológica que provoca a reação contra o próprio organismo.
Um estudo realizado pelo Institute of Child Health da Inglaterra acompanhou 10.000 crianças finlandesas desde o nascimento e observou que aquelas que receberam regularmente suplementos da vitamina tiveram 90% menos chances de desenvolver diabetes tipo 1.
Boa para os músculos: A vitamina D contribui para a força muscular, portanto, sua ausência leva a perda dessa força e aumenta o risco de quedas e fraturas. Uma pesquisa feita pela Universidade de Zurique com pessoas acima de 65 anos observou que o consumo de vitamina D pode diminuir o risco de quedas em 19%.

Benefícios em estudo da vitamina D

Tratamento de doenças autoimunes: a vitamina D já está sendo utilizada no tratamento de doenças autoimunes, condição que ocorre quando o sistema imunológico ataca e destrói tecidos saudáveis do corpo por engano. A vitamina D é um imunoreguloador que inibe seletivamente o tipo de resposta imunológica que provoca a reação contra o próprio organismo. O tratamento de doenças autoimunes com vitamina D é algo recente, mas é visto por especialistas como um grande avanço da medicina.
Algumas das doenças autoimunes que podem ser tratadas com altas doses de vitamina D são: esclerose múltipla, artrite reumatoide e problemas oftalmológicos que podem comprometer seriamente a visão do indivíduo e para os quais o tratamento costumava ser muito difícil.

O neurologista Cícero Galli Coimbra, professor associado e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), já tratou cerca de 1.200 pacientes com esclerose múltipla e muitos outros com diferentes tipos de doenças autoimunes utilizando principalmente o tratamento com doses de vitamina D.
O tratamento pode não só evitar que a doença avance como também proporcionar a recuperação de sequelas recentes. Tudo irá depender da doença e do tempo que a pessoa tem as sequelas, por isso o quanto antes iniciar o tratamento, melhor.
É importante ressaltar que este tipo de tratamento com suplementos de vitamina D deve ser realizados somente por médicos, pois o consumo em excesso da substância por conta própria pode causar sérios problemas para a saúde.
O atum é fonte de vitamina D - Foto: Getty Images
O atum é fonte de vitamina D
Outro estudo publicado no Journal of The American Medical Association feito com 7 milhões de norte-americanos constatou que o consumo de suplementos de vitamina D está associado ao menor risco de esclerose múltipla.
Previne e ajuda no tratamento do câncer: A falta de vitamina D favorece 17 tipos de câncer, como os de mama, próstata e melanoma. Isto ocorre porque a substância participa do processo de diferenciação celular, que mantém as células cardíacas como células cardíacas, as da pele como da pele e assim por diante. Desta maneira ela evita que as células se tornem cancerosas. Além disso, a vitamina D ainda promove a autodestruição das células cancerosas.

Por essas razões, alguns estudos mostraram que além de prevenir o câncer, o consumo de altas doses dessa substância pode ser eficaz no combate a determinados tipos de câncer. Porém, neste caso também é necessário que a ingestão dos suplementos de vitamina D sejam realizados com o acompanhamento médico.
De acordo com o National Cancer Institute dos Estados Unidos há diversos estudos que apontam que a vitamina D é uma aliada no tratamento do câncer, especialmente do colorretal, de próstata e do seio. Porém, o instituto também diz que ainda são necessários mais estudos.
Boa para autistas: Como a vitamina D é importante para o desenvolvimento do cérebro, ela ajuda a prevenir o autismo durante a gestação. Caso a pessoa tenha esta condição, continua interessante que ela obtenha a vitamina D, o que muitas vezes não ocorre facilmente por meio da exposição solar, fonte da substância, pois o indivíduo passa muito tempo em ambientes fechados.
Um estudo realizado pelo Children?s Hospital Oakland Research Institute, nos Estados Unidos, observou que três hormônios do cérebro que afetam o comportamento social, serotonina, ocitocina e vasopressina, são ativados pela vitamina D.
Previne gripe e resfriado: Este benefício tem sido estudado com base em alguns problemas causados pela falta de vitamina D. Crianças com deficiência de vitamina D tem mais chances de desenvolver infecções respiratórias. Já adultos com menores quantidades de vitamina D contraem mais resfriados e problemas no trato respiratório.

Uma pesquisa publicada no The American Journal of Clinical Nutrition que contou com a participação de 340 crianças japonesas durante quatro meses observou que os riscos de contrair gripe diminuiu no grupo que ingeriu o suplemento de vitamina D.
Diminui o risco de morte prematura: Uma pesquisa publicada no Archives odfInternal Medicine sugere que tomar suplementos de vitamina D podem reduzir as taxas de mortalidade. O estudo observou o resultado de 18 estudos que contaram no total com cerca de 60.000 participantes e constatou que o consumo de suplementos de vitamina D diminui em 7% o risco de mortalidade por qualquer causa.

Interações

Quando consumida dentro das quantidades recomendadas a vitamina D não interage com nenhuma outra substância. Porém, quando ingerida em excesso pode levar a alta absorção de cálcio, por isso que o consumo de vitamina D além do recomendado só pode ser feito com orientação médica.

Efeitos colaterais

Quando consumida dentro das quantidades recomendadas a vitamina D não tem efeitos colaterais. Porém, quando ingerida em excesso pode prejudicar os rins por causar o aumento da absorção de cálcio. Por isso, é importante que o consumo além do recomendado desta vitamina seja feito com acompanhamento médico.

Deficiência

A deficiência de vitamina D pode causar uma série de problemas de saúde. A falta dela aumenta o risco de problemas cardíacos, osteoporose, câncer, gripe e resfriado, e doenças autoimunes como esclerose múltipla e diabetes tipo 1. Em mulheres grávidas deficiência de vitamina D aumenta o risco de aborto, favorece a pré-eclâmpsia e eleva as chances da criança ser autista.

O quanto obter de vitamina D

Segundo diversos estudos realizados recentemente, entre eles um da Universidade do Wisconsin, Estados Unidos, e outro da Universidade de Toronto, Canadá, a orientação para pessoas com mais de 50 quilos é consumir entre 5.000 e 10.000 unidades de vitamina D ao dia. O mesmo vale para as gestantes e lactantes.
No caso das crianças a orientação é ingerir até 1.000 unidades de vitamina D para cada 5 quilos de peso. Então, uma criança que pesa 30 quilos, por exemplo, pode ingerir até 6.000 unidades de vitamina D.

Como obter a vitamina D

Apesar de estar presente em alimentos de origem animal, estas comidas não possuem a quantidade de vitamina D que o organismo necessita. Por isso, para evitar a carência da substância é importante tomar de 15 a 20 minutos de sol ao dia. Braços e pernas devem estar expostos, pois a quantidade de vitamina D que será absorvida é proporcional a quantidade de pele que está exposta.
Ao se expor ao sol para obter a vitamina é importante não passar o filtro solar. Para se ter uma ideia, o protetor fator 8 inibe a retenção de vitamina D em 95% e um fator maior do que isso praticamente zera a produção da substância. Para evitar o câncer de pele, após os 15 a 20 minutos recomendados para obter a vitamina, passe o protetor solar.
As janelas também atrapalham a absorção da vitamina D. Isto porque os raios ultravioletas do tipo B (UVB), capazes de ativar a síntese da vitamina D, não conseguem atravessar os vidros.
A exposição ao sol da maneira recomendada irá proporcionar as 10 mil unidades de vitamina D. Como a exposição solar já irá proporcionar boas quantidades da substância, é importante que a necessidade do indivíduo seja analisada por um profissional da saúde a fim de saber se apenas o sol é o suficiente ou se é preciso uma alimentação rica na substância ou suplementação.

Fontes de vitamina D

Todos os alimentos fontes de vitamina D são de origem animal porque as fontes vegetais não conseguem sintetizar a vitamina da maneira como os alimentos provenientes de animais. Até mesmo o alimento com as maiores quantidades da substância, o salmão, conta com somente 6,85% das necessidades diária de vitamina D em uma porção de 100 gramas. Por isso, tomar sol é fundamental para evitar a carência do nutriente.
Além disso, esses alimentos são bastante ricos em gordura saturada. Quando ingerido em grandes quantidades este lipídio sofre o processo de oxidação e há o risco do aparecimento de placas que podem inflamar as artérias sanguíneas, levando a doença vascular que pode comprometer o coração, os rins e o cérebro a longo prazo.
Confira os alimentos que possuem vitamina D.
AlimentoQuantidade de vitamina DPorcentagem do valor diário de vitamina D
Atum (100 gramas)227 unidades2,27%
Sardinha (100 gramas)193 unidades1,93%
Ovo (uma unidade)43,5 unidades0,43%
Queijo cheddar (50 gramas)12 unidades0,12%
Carne bovina (100 gramas)15 unidades0,15%
Fonte: Tabela do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

Uso de suplemento de vitamina D

Os suplementos de vitamina D podem ser utilizados em casos de constatação de carência da substância ou no tratamento de algumas doenças. A falta do nutriente é constatada após exame de sangue.
É importante ressaltar que os suplementos só podem ser tomados após a orientação médica para o consumo dessas doses extras. Em alguns tratamentos são orientadas superdoses de vitamina D, ou seja, uma quantidade além do que é normalmente orientado. Nesses casos o consumo sempre é feito com orientação médica e é preciso observar o quanto de cálcio e líquidos a pessoa irá ingerir, sendo que o consumo do mineral pode precisar ser reduzido e o de líquidos aumentado.
Idosos e os suplementos: Pessoas mais velhas produzem menos vitamina D em resposta à exposição ao sol por questões metabólicas relacionadas à idade. A quantidade da substância produzida em uma pessoa de 70 anos é, em média, um quarto da que é sintetizada por um jovem de 20 anos. Por isso, é interessante que os idosos conversem com seus médicos sobre a possibilidade de consumir suplementos de vitamina D.

Riscos do consumo em excesso de vitamina D

É importante destacar que o excesso de vitamina D só ocorre por meio da suplementação. Isto porque os alimentos não contam com quantidades grandes da substância e a obtenção dela por meio dos raios solares é regulada pela pele, que cessa a produção da vitamina quando atinge os valores necessários.
Porém, o excesso por meio dos suplementos sem a orientação médica pode ser muito perigoso. Há o risco de ocorrer a elevação da concentração de cálcio no sangue e isso pode provocar a calcificação de vários tecidos, sendo que os mais afetados são os rins, que podem chegar a perder sua função.

Combinando a vitamina D

Suplemento + hidratação: Ao ingerir os suplementos de vitamina D, para evitar problemas de saúde, especialmente nos rins, além do acompanhamento médico, é importante se hidratar e manter uma dieta balanceada.

A deficiência de vitamina D

Infelizmente, cerca de 80% das pessoas que vivem em um ambiente urbano, são carentes em vitamina D. Isto porque elas passam grandes períodos de tempo em locais fechados e não se expõem ao sol.
Contudo, a deficiência pode ser revertida. É possível fazer esta correção do quadro por meio de suplementação, lembrando que esta alternativa é válida somente após a orientação médica, e/ou tomando sol sem proteção solar nos braços e pernas durante quinze a vinte minutos todos os dias.
Fontes consultadas: 
Neurologista Cícero Galli Coimbra, professor associado e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo. 
Nutricionista Rúbia Gomes Maciel, da empresa Natue. 
Nutricionista Natielen Jacques Schuch, professora do Centro Universitário Franciscano.
creditos: minhavida

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Sal Rosa do Himalaia


O sal está na base diária da nossa alimentação e, exceto para pessoas com condições específicas de saúde, é indispensável para dar sabor aos alimentos e sensação de saciedade após uma refeição.

Infelizmente, o sal extremamente refinado que consumimos atualmente é quase puro cloreto de sódio (97% ou mais), com produtos químicos adicionados. Uma fórmula que pode causar muitos males à saúde.
Mas existem outros tipos de sal, como o sal marinho e o sal rosa do Himalaia, que trazem benefícios incríveis para a saúde. Acompanhe as nossas dicas e saiba melhor como usar as propriedades saudáveis desta dádiva da natureza. 

A origem do Sal Rosa do Himalaia


A cordilheira do Himalaia se estende por toda a Ásia, passando pela China, Nepal, Mianmar, Paquistão, Butão, Afeganistão e Índia.
Há centenas de milhões de anos atrás, esta era uma área coberta pela água do mar, mas ao longo dos tempos, as placas tectônicas da Terra se moveram e elevaram as montanhas. A água do mar evaporou-se, mas todos os seus minerais foram cristalizados sob o calor do sol e formaram o que hoje conhecemos como o sal rosa do Himalaia.
Além de ser mantida em um ambiente limpo e cercada por neve durante todo o ano, a camada de sal também foi coberta por lava de vulcões locais que a protegeu da poluição moderna. Isto leva a crer que o sal Rosa do Himalaia é o sal mais puro encontrado no nosso planeta e consiste em uma das melhores fontes de minerais naturais do planeta, exponencialmente mais saudável do que o sal de mesa processado que a maioria das pessoas usa diariamente.

Por que o Sal do Himalaia é Rosa? 


Os muitos tons de rosa, vermelho e branco são uma indicação do conteúdo mineral presente no sal. A cor rosa, propriedade característica do Sal do Himalaia, é o resultado de uma pequena quantidade de óxido de ferro presente nele.
De um modo geral, sal do Himalaia é considerado um sal saudável, porque não há produtos químicos adicionados a ele e porque ocorre naturalmente. Entre os muitos minerais presentes nele podemos citar o zinco, selênio, iodo e o cobre.

Dicas de como usar o Sal Rosa do Himalaia


  • Para cozinhar: Substitua o sal refinado pelo Sal Rosa usando moedores;

  • Para cozinhar e servir: Placas de sal podem ser usadas como travessas que podem ser refrigeradas ou congeladas para servir sushi, vegetais, queijos, sobremesas frias e até mesmo sorvetes. Os blocos de sal também são bons condutores de calor e podem ser aquecidos para selar legumes, camarão, peixes, carnes em fatias finas ou mesmo para fritar um ovo;

  • Na decoração: As rochas de sal podem ser usadas como cristais decorativos e também para servir alimentos;

  • No banho: colocar cristais de sal rosa do Himalaia na banheira proporciona um banho desintoxicante e suas propriedades e nutrientes servem para estimular a circulação e aliviar dores musculares. Naturalmente rico em mais de 80 minerais, tomar banho com Sal Rosa é uma experiência terapêutica para o corpo e a mente;

  • Para purificar o ar: As lâmpadas de cristal de rocha de Sal Rosa do Himalaia têm propriedades químicas e físicas únicas cujos benefícios podem melhorar significativamente a saúde quando usadas continuamente no quarto de dormir.

Propriedades do Sal Rosa do Himalaia 


Umas das maiores fontes de Sal Rosa do Himalaia é uma mina no Paquistão, uma área profunda e não poluída no sopé do Himalaia, de onde é extraída a maior parte do sal que conhecemos. Esta variedade contém 84 elementos naturais e minerais que são vitais para a nossa saúde, incluindo Magnésio, Potássio, Cálcio, Fósforo, Ferro, Zinco, Selênio, Iodo e Cobre.
O Sal do Himalaia serve para ajudar a desintoxicar o corpo através de osmose no banho. À medida que a pele absorve os minerais saudáveis e o sódio migra da água para a camada exterior da pele, a umidade das células é preservada e as toxinas do corpo são liberadas.


Recomenda-se que o banho seja morno, próximo da temperatura corporal normal, e que se use cerca de 1 quilo de sal para 30 litros de água.
O sódio, quando ingerido, ajuda a regular o volume de sangue e, assim, a pressão arterial. Ele também traz benefícios para o controle das contrações musculares, das transmissões nervosas e das funções do coração.

Quanto Sal Rosa do Himalaia você deve consumir? 


Um quarto de colher de chá de sal rosa do Himalaia contém cerca de meio grama de sódio. O sódio provoca retenção de água no organismo e o consumo em excesso pode causar diferentes problemas de saúde como pressão alta e doenças cardíacas.
A American Heart Association recomenda que a quantidade diária de sódio a ser consumida esteja entre 1,5 a 2,3 gramas para homens e mulheres entre as idades de 9 e 50 anos.
O Sal Rosa do Himalaia pode ser consumido um pouco mais livremente em relação ao sal de mesa, mas ainda é preciso limitar a sua ingestão.

Benefícios do Sal Rosa do Himalaia 


1. Melhorar a digestão

Nutrientes presentes no Sal Rosa do Himalaia podem realmente aumentar a capacidade do trato gastrointestinal de absorver outros nutrientes. Por esta razão, trocar o sal refinado por ele vai ajudá-lo a digerir melhor a comida. Melhor digestão significa aproveitar melhor os nutrientes dos alimentos e sentir menos fome.

2. Fortalece o corpo porque contém até 84 minerais saudáveis

Ao substituir o sal refinado pelo Sal Rosa do Himalaia você adiciona até 84 minerais essenciais diretamente na corrente sanguínea. Estes minerais ajudam a manter os ossos e tecidos conjuntivos mais fortes, dão suporte à regeneração muscular e à circulação sanguínea.
Pessoas que sofrem de friagem nos membros, artrite, ossos frágeis, ou até mesmo fadiga mental, podem se beneficiar com o uso regular de Sal Rosa do Himalaia.

3. Desintoxica o organismo

Quando adicionado a um banho de água na temperatura aproximada do corpo, o Sal Rosa do Himalaia oferece nutrientes necessários para a saúde do corpo e também funciona como um poderoso desintoxicante.
Ao ser dissolvido na água, ela torna-se uma solução iônica que ajuda a extrair as toxinas para fora dos tecidos da pele e do tecido adiposo.
A água, por si só, é de extrema importância para desintoxicar o corpo humano, mas o sal trabalha como um “veículo” que faz a remoção de toxinas das células.

4. Equilibra o pH reduzindo a acidez do organismo

O pH desequilibrado do organismo é o que leva a muitos tipos de problemas de saúde como deficiência imunológica, perda de densidade óssea, pedras nos rins e ganho de peso.
Os níveis de pH podem ser testados em exames de laboratório. Quando o pH etá muito baixo diz-se que o organismo está ácido demais. Neste caso, a correção pode ser feita tomando uma solução feita com Sal Rosa do Himalaia.
Devido à sua natureza alcalina, o Sal Rosa também pode ser utilizado como um antiácido natural. Basta misturar uma colher de chá em um copo de água em temperatura ambiente e tomar para neutralizar o excesso de acidez no estômago.

5. Reduz a pressão arterial

O Sal rosa do Himalaia é absorvido pela corrente sanguínea de forma muito mais eficiente que o sal regular, e pesquisas têm comprovado que ele pode ser usado em pequenas doses para ajudar a reduzir a pressão, enquanto estimula uma melhor circulação sanguínea.
O Sal Rosa do Himalaia tem a capacidade de baixar a pressão arterial porque enquanto o corpo processa os minerais com mais facilidade, o organismo não necessita de tanta água para limpar o excesso de sódio, portanto, não irá reter tanta água, e o corpo não terá que elevar a pressão sanguínea para realizar este trabalho.

6. Relaxa os músculos e combate o cansaço

Cansaço pode ser um sinal de perda de eletrólitos e sal no organismo. Devido a suas propriedades únicas e a capacidade de ser absorvido pela corrente sanguínea mais rapidamente do que os sais tradicionais, o Sal rosa do Himalaia permite uma restauração imediata dos níveis de sal no organismo.
Um banho quente infundido com Sal Rosa do Himalaia é uma boa forma de usar este sal para relaxar os músculos contraídos. O magnésio e outros minerais encontrados nele são absorvidos através da pele e ajudam a curar músculos e outros tecidos moles danificados. Os minerais deste sal também trabalham para fortalecer os ossos, a pele e os tecidos conjuntivos que podem causar cansaço e dores no corpo.

7. Purificar o ar

Você pode usar as propriedades do sal rosa do Himalaia para desintoxicar o corpo e também para limpar o ar que você respira. Você já deve ter visto um cristal rosa robusto iluminado por uma lâmpada, pois bem, trata-se de uma iluminação purificadora de ambiente feita de uma rocha de Sal Rosa do Himalaia.
Ela atua como um purificador natural do ar, puxando a umidade do ambiente que a cerca evaporando-a rapidamente por causa do calor da lâmpada. A água volta rapidamente para o ar, mas as toxinas presentes na umidade são deixadas na rocha, presas pelos íons de sal.

8. Trata doenças respiratórias

Quando dissolvido em água quente, o Sal Rosa do Himalaia pode tratar condições respiratórias como a sinusite e a asma.
Os cristais rosa emitem íons negativos que atacam diretamente os problemas respiratórios sem comprometer as funções do sistema.
Tente usar uma solução salina no umidificador e na inalação para uma limpeza ainda mais saudável. O Sal Rosa do Himalaia mata as bactérias que podem estar presas nas cavidades nasais e no ar poluído.

9. Melhora o sono 

Uma dica para relaxar os músculos e a mente e tornar os períodos de sono mais intensos e regulares é adicionar um pouco de Sal Rosa do Himalaia ao banho uma vez na semana.
O sal contém substâncias que irão repor e restaurar seus níveis de energia e melhorar a noite de sono. Ele promove um verdadeiro equilíbrio na acidez do organismo proporcionando a desintoxicação e preparando o corpo para o descanso.

10. Promove a saúde das artérias

Um dos grandes benefícios do Sal do Himalaia é que ele pode ajudar a eliminar danos nas artérias que podem levar ao desenvolvimento de varizes.
Ele limpa as artérias e melhora a circulação sanguínea eliminando placas que evitam a possibilidade de formação das varizes.

11. Regula a hidratação do organismo

O consumo de uma salmoura totalmente saturada com sal natural não refinado oferece ao corpo eletrólitos que regulam a sua hidratação.
As bebidas esportivas são hidratantes rápidos eficazes porque oferecem alguns eletrólitos como sódio (Na+), potássio (K+), cálcio (Ca2+), magnésio (Mg2+) e cloreto (Cl). Infelizmente, a maioria das bebidas esportivas comerciais também contêm açúcares e químicos conservantes que causam danos à nossa saúde.
O Sal Rosa do Himalaia contém todos os eletrólitos que são necessários para a regulação dos fluidos corporais, sem os prejuízos dos isotônicos comerciais.

12. Alivia dores de cabeça

O Sal Rosa do Himalaia pode reduzir a gravidade das dores de cabeça e enxaquecas porque fortalece o seu sistema imunológico, aumenta os níveis de energia, equilibra os níveis de serotonina na corrente sanguínea e restaura o equilíbrio alcalino do corpo.
Dica: Para o alívio imediato das dores, misture 2 colheres de chá de cristais de Sal Himalaia, um copo de água e um copo de suco de limão, juntamente com as raspas do limão. Tome a mistura aos poucos.
Revisão Geral pela Dra. Patrícia Leite
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Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai(Deus), que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso o mundo não nos conhece; porque não O conhece a Ele(Deus).(quando aceitamos o Senhor Jesus Cristo como Salvador e Senhor, somos chamados de filhos de Deus)
1 João 3:1--------------LEIA A BÍBLIA

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Causas e sinais do hipo e hipetireoidismo e receitas caseiras para tratar e fortalecer a tireoide

A glândula tireoide é muito especial, pois é responsável pela regulação do metabolismo, o crescimento e a energia do corpo.
Qualquer alteração nessa glândula, seja de alta ou baixa atividade, leva a doenças como hipotireoidismo e hipertireoidismo.
De acordo com pesquisas, 1 em cada 20 pessoas é propensa a desenvolver algum tipo de problema de tireoide, principalmente as mulheres.
Os hormônios da tireoide não podem ser produzidos com deficiência ou em excesso.
O hipotireoidismo é o resultado da pouca produção de tireoide no corpo, os sintomas são: cólicas, dores musculares, pele seca, problemas de concentração, excesso de líquido nos tecidos, queda de cabelo, fadiga e sensibilidade a temperaturas frias.
Diferente disso, o hipertiroidismo ocorre no pelo excesso de produção do hormônio tireoide.
As consequências também são sérias: aceleração cardíaca, diarreia, irritação, ansiedade, perda de peso, problemas de insônia e sensibilidade ao calor.
Às vezes, a glândula tireoide também pode provocar bócio, que é uma protuberância na garganta.

É importante saber que problemas na tireoide podem ser causados por fatores, como:

- Deficiência de iodo
- Acúmulo de toxinas
- Acúmulo de metais
- Estresse crônico

Para proteger sua tireoide e se prevenir de distúrbios nela, você pode seguir algumas recomendações:
1. Nutrição apropriada

Cuide da sua dieta!
Ela precisa ser balanceada para tratar o problema de tireoide.
Portanto, evite consumir açúcar, alimentos processados e farinhas refinadas.
Também é importante consumir alimentos ricos em iodo (peixes, algas, abacaxi), zinco, gorduras ômega-3 e selênio, pois promovem a saúde da tireoide.
O selênio é um constituinte de uma enzima atuante no metabolismo dos hormônios da tireoide, e as síndromes de deficiência de iodo são mais graves quando há deficiência simultânea de selênio.
Portanto, o consumo de alimentos fonte de selênio, como castanha-do-pará, salmão e semente de girassol, são importantes para o melhor funcionamento da tireoide.

2. Exercício

A atividade física regular mantém a função da tireoide, ajudando a equilibrar a produção de hormônios.

3. Evitar estresse

Muito estresse provoca exaustão da adrenal, que leva a problemas na tireoide.
Portanto, procure realizar atividades como: orar, ler a Bíblia, caminhar pela natureza, em busca do relaxamento.

4. A terapia do calor

Uma sessão na sauna é uma boa dica, pois ajuda a eliminar as toxinas do organismo.

5. Suplementos nutricionais

Consulte um médico naturalista, antes de consumir os suplementos que ajudam a manter o metabolismo da tireoide.

6. Repor os hormônios

O médico também pode indicar algumas terapias para a reposição do hormônio da tireoide.
Para prevenir doenças provocadas pela tireoide, basta controlar o estresse, tratar alergias, evitar metais pesados e se alimentar bem.
É sempre bom evitar produtos lácteos, açúcar branco e glúten, pois eles causam desequilíbrios em todo o organismo, inclusive na tireoide.
Trouxemos dois sucos que vão ajudar a tratar a tireoide e normalizar o funcionamento dela.

O primeiro deles é mais indicado para o hipotireoidismo.

A receita contém quatro ingredientes especiais:

Alga desidratada – possui iodo, que regula a tireoide.
Acelga - contém iodo, necessário para quem tem hipotireoidismo.
Laranja  - possui iodo, importante para tratar hipotireoidismo.
Pêssego - é remineralizante, rico em minerais, o que é muito importante para o bom funcionamento da tireoide.

O segundo deles é indicado para o hipertireoidismo.

Seus ingredientes são pera e repolho, alimentos que contêm substâncias inibidoras  da produção de hormônios tireoidianos.
As receitas dos sucos reguladores da tireoide estão a seguir:

SUCO 1 (PARA HIPOTIREOIDISMO)

INGREDIENTES

1 folha de alga desidratada (vende-se em lojas de alimentos naturais ou em mercados de produtos orientais)
10 g de acelga
2 laranjas
1 pêssego

MODO DE PREPARO

Hidrate a alga colocando-a dentro de um copo com um pouco de água.
Retire a água e reserve a alga hidratada.
Prepare o suco de laranja.
Junte todos os ingredientes e bata-os no liquidificador.
Coe e tome três vezes por dia, entre as refeições.

SUCO 2 (PARA HIPERTIREOIDISMO)
INGREDIENTES

3 folhas de repolho
1 pera
200 mL de água

MODO DE PREPARO

Bata os ingredientes no liquidificador.
Coe e tome 3 vezes por dia.

creditos: asminhasdicas
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E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas deles, e pregando o evangelho do reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo.
Mateus 9:35--------------LEIA A BÍBLIA